CardioGen

21/06/2019 Avaliação genética de predisposição patologia cardiovascular

O risco cardiovascular é definido como a probabilidade de sofrer um evento cardiovascular. Esta probabilidade é determinada pela presença de fatores de risco, de maneira que quanto maior o número de fatores maior a probabilidade de desenvolver problemas cardiovasculares.

Por diferentes classificações de risco (SCORE, Framingham, PROCAM, o Regicor), os pacientes são classificados em quatro grupos de risco: baixo (inferior a 5%), moderado (5 a 9,9%), alto (10 a 14,9%) e muito alto (superior a 15%). Unicamente em 37,5% dos eventos cardiovasculares ocorrem em grupos de alto risco e muito alto, o que indica que a prevenção primária da enfermidade cardiovascular é especialmente importante.

Fatores de risco cardiovascular

Os fatores de risco cardiovascular classificam-se em modificáveis (tabagismo, álcool, colesterol, etc) e não modificáveis (idade, sexo, fatores genéticos, etc.). A presença de fatores não modificáveis implica que os objetivos terapêuticos sobre os fatores modificáveis devam ser mais exigentes. O fato de que mais da metade dos eventos cardiovasculares ocorrem em pacientes classificados de baixo risco ou moderado, significa que as atuais funções de estimação de risco cardiovascular não são totalmente eficazes. A incorporação dos fatores genéticos nos algoritmos de risco possibilita a estratificação do risco cardiovascular de forma mais precisa, identificando os pacientes que necessitam de terapias mais estritas. O perfil genético CardioGen possibilita estabelecer, de forma mais precisa e confiável, o risco cardiovascular teórico em um prazo maior.

Perfil genético CardioGen

A análise consiste na avaliação de 173 polimorfismos genéticos: 162 associados a fatores de risco cardiovascular clássicos, e 11 independentes dos mesmos. O perfil genético CardioGen integra a informação genética, clínica e estilo de vida do paciente, determinando: O risco cardiovascular real, ou avaliação genética do risco de infarto do miocárdio, baseado no fator de risco genético e no risco relativo. Sendo determinada a idade cardiovascular do paciente. A predisposição ao desenvolvimento de fatores de risco clássicos: - Dislipidemias: cLDL, cHDL, triglicéridios - Hipertensão arterial - Diabetes mellitus - Obesidade - Trombose - Dependência a nicotina

Indicado para pessoas de risco cardiovascular moderado - Pessoas com antecedentes familiares de doenças cardiovasculares. - Pessoas maiores de 35 anos classificadas de baixo risco e sem antecedentes familiares.

 

Fonte: Diagnósticos do Brasil

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